Entre o que pulsa e o que apenas passa, este poema percorre os sentidos, a natureza e os vínculos humanos para revelar uma verdade silenciosa: existir não é o mesmo que viver. Em imagens que oscilam entre o concreto e o espiritual, convida o leitor a despertar — não para o mundo ao redor, mas para a profundidade com que se é capaz de senti-lo.