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Este trabalho trata-se do segundo livro publicado pelo autor, de forma totalmente independente. O poeta, que há muito buscava uma chance para tornar físico seus escritos, passou várias semanas pesquisando em busca de oportunidades que quase foram ceifadas pela cansaço e as dificuldades que lhe cercavam, até que aos quarenta e cinco do segundo tempo ele encontra uma luz no fim do túnel que torna possível a existência deste trabalho.
Todos sabem, pelo menos os mais próximos, que o autor é apaixonado por flores e plantas, e não é atoa que este livro é assim intitulado “Meu Botão de Azaleia”, muito antes mesmo de escrever o poema que dá nome ao livro, ele já nutria um carinho especial para com este nome caso algum dia viesse a publicar um novo trabalho; graças a Deus foi o que aconteceu.
No auto dos seus 24 anos de idade, Júnio Liberato é, além de admirador das plantas em geral, também um indivíduo que busca (como forma de respeito até), ter a natureza como uma de suas motivadoras a pegar a caneta e traçar alguns versos. Apreciador de um bom café caseiro, adora passar o tempo livre lendo, alimentando o intelecto de onde brotam as palavras e frases que constroem seus escritos.
Escreve para alguns jornais locais desde 2018, que publicam seus poemas e pensamentos em edições mensais e semanais, dos quais boa parte deles se encontram neste livro. Tem participação em algumas antologias e coletâneas brasileiras. É poeta não apenas por ser escritor de poemas, mas também por se tratar ele de um completo admirador do mundo literário como um todo.
Sinopse:
“Meu Botão de Azaleia” é uma coletânea de poemas onde busquei reunir em sua maioria, poemas escritos nos últimos três anos. Como poeta, busco por meio deste trabalho alcançar a todos com o carisma e simplicidade que transponho e expresso através de meus versos. Além disso, tenho ainda um compromisso pessoal de levar através das palavras a sabedoria, os ensinamentos e as experiências herdadas por mim ao longo destes vinte e quatro anos de existência. Numa forma diferenciada de diálogo, proponho também dispor das palavras de um modo que o leitor possa se deparar logo de imediato, no contato visual, com escritos que lhe permitam compreender que ele não está só, pois pode contar sempre com um alento especial fornecido pela arte escrita, neste caso, a poesia, que se estende por todo canto através de mensageiros diversos e captada por interlocutores distintos, levando uma certa forma de cura sempre que alguém necessita; sim! A arte tem este poder.
Em 2024 ano, através da Lei Paulo Gustavo, meu terceiro trabalho, “Filosofia das Flores” pôde ser realizado. Almejo alcançar ainda mais visibilidade para os meus trabalhos e notoriedade para minhas obras. Reinventar-se e renascer a cada dia é o que mantém acesa a chama do viver.
Sinopse:
A poesia sempre foi um território de encontro com o inefável, com aquilo que está além das palavras, mas que, paradoxalmente, se faz presente exatamente quando as palavras se fazem mais necessárias.
Em Filosofias das flores, o autor Junio Liberato nos oferece um conjunto de poemas que atravessa os limites da experiência humana, que nos convida a embarcar em um mergulho profundo nas águas do cotidiano, do amor, da solidão e da reflexão filosófica. Através de quatro partes — Azaléias, Rosas, Lótus e Lírios — o autor nos guia por um jardim de sentimentos, inquietações e revelações.
As flores, por sua própria natureza, são símbolos de beleza e transitoriedade, mas também de resistência e renovação. São seres vivos que, ao florescer, nos mostram que a vida, embora frágil, está em constante movimento, em perpétuo ciclo de nascimento e renascimento. E é exatamente essa filosofia das flores — essa constante transição entre a fragilidade e a força, o efêmero e o eterno — que Junio Liberato traz à tona, mostrando-nos as complexidades da experiência humana.
Ao retomar a metáfora das flores, o livro revela a ideia de que, apesar das dificuldades, a beleza pode ser encontrada em qualquer momento da vida. As flores, em sua efemeridade, nos ensinam a ser resilientes, a transformar o sofrimento em arte e a buscar a paz no caos.
Ao ler este livro, o leitor não encontrará apenas palavras, mas um jardim de sentimentos, reflexões e descobertas. Cada poema é uma flor única, carregada de significados, que se oferece ao olhar atento de quem deseja enxergar além da superfície. Filosofia das Flores é, em última instância, uma celebração da vida em suas múltiplas formas, um tributo àquilo que somos, ao que sentimos e ao que podemos ser.
Este livro é, portanto, um convite para uma reflexão profunda e um lembrete de que, embora o abismo exista, há sempre uma luz que o atravessa.
Mais informações acerca do autor e suas obras podem ser encontradas nas redes sociais disponíveis através dos links abaixo.
