Monossílabo

Sou humano
Sem demora
Sem um lema
Ao qual zelar,

Sou humano;
Sou fauna
Não sou flora
A minha dádiva
É sempre errar.

E errando
sigo sorrindo
Sem muito medo
de acertar.
E errando
sigo tranquilo
Sem muita pressa
de acertar.

por Júnio Liberato

Compartilhe esse post:

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Relacionados

Um poema emocionante sobre a vida no campo, o orgulho das raízes, o amor pelos animais, a família e as verdadeiras riquezas do interior.
Há histórias impossíveis que se vivem a sós, no silêncio de nossas mentes, sem que hajam meios de ganhar cor, vida e liberdade.
Meta descrição: Em um delicado diálogo entre um homem e um canarinho, este poema celebra a amizade, o poder da música e a esperança de um amor verdadeiro capaz de vencer a solidão.