Esse Tal De Tempo

O tempo é um garotão na mocidade,
Correndo para lá e para cá,
Sempre agitado e apressado,
Parece que nunca se cansa,
Pois, nunca se senta para descansar.

Às vezes bebe nossas esperanças,
E engole todas vorazmente,
Bem como as nossas alegrias,
E todos aqueles planos da gente.

Leva tudo que há embora,
Num piscar de olhos tão breve,
Muitas coisas com o tempo se ganha,
Mas, muitas coisas com o tempo se perde.

Há perdas que deixam um vazio,
E outras que só fazem somar,
Seja lá como for e para que for,
É o tempo quem vai nos revelar
Porque o tempo é um fator decisivo
Que a vida não é capaz de alterar.

por Júnio Liberato

Compartilhe esse post:

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Relacionados

Um poema emocionante sobre a vida no campo, o orgulho das raízes, o amor pelos animais, a família e as verdadeiras riquezas do interior.
Há histórias impossíveis que se vivem a sós, no silêncio de nossas mentes, sem que hajam meios de ganhar cor, vida e liberdade.
Meta descrição: Em um delicado diálogo entre um homem e um canarinho, este poema celebra a amizade, o poder da música e a esperança de um amor verdadeiro capaz de vencer a solidão.