Belo

Beleza é um simples quesito
Que não pode pesar a balança
Bom seria se todos tivessem
O mesmo olhar de uma criança
E o mundo enfim seria outro
Mais humano e menos louco
Um planeta sem ignorância.

Coisa bem rara de ser ver é
Hoje em dia boa convivência
Sendo que as pessoas julgam
Quase sempre pela aparência
Sem levar em conta as qualidades
Aquelas que de verdade
Se destacam com evidência.

Capture somente a essência alheia
Como peixe que é pego pela rede
Mostre seu brilho o mais puro
Como a luz do sol iluminando a parede,
Pois a vida é um copo d’água rasa
E a morte vive por aí desidratada
Buscando matar sua sede.

por Júnio Liberato

Compartilhe esse post:

Uma resposta

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Relacionados

Um poema emocionante sobre a vida no campo, o orgulho das raízes, o amor pelos animais, a família e as verdadeiras riquezas do interior.
Há histórias impossíveis que se vivem a sós, no silêncio de nossas mentes, sem que hajam meios de ganhar cor, vida e liberdade.
Meta descrição: Em um delicado diálogo entre um homem e um canarinho, este poema celebra a amizade, o poder da música e a esperança de um amor verdadeiro capaz de vencer a solidão.