Submarinos e Árvores

submarinos e árvores

Deixei de lado os pés de pato e o oxigênio
Sobre a areia da praia busquei meu refúgio;

Dado que a magnitude do mar recuou
Raro é poder se arriscar a um mergulho
Sinto-me um submarino atirado em córregos
Completamente alheio e sem rumo.

Como planta vegeto entre o sol e a brisa
Pintando de verde a esperança no mundo
Mesmo que a superfície garanta luz à arvore
Jamais haverá vida sem a raiz no profundo.

por Júnio Liberato

Compartilhe esse post:

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Relacionados

Um poema emocionante sobre a vida no campo, o orgulho das raízes, o amor pelos animais, a família e as verdadeiras riquezas do interior.
Há histórias impossíveis que se vivem a sós, no silêncio de nossas mentes, sem que hajam meios de ganhar cor, vida e liberdade.
Meta descrição: Em um delicado diálogo entre um homem e um canarinho, este poema celebra a amizade, o poder da música e a esperança de um amor verdadeiro capaz de vencer a solidão.